terça-feira, 25 de agosto de 2009

Pregação ou repreensão, o que temos feito?

Recentemente li uma matéria em uma revista que muito me chamou a atenção. Essa matéria, falava acerca de um grupo de ateus que criaram um movimento para reivindicar o direito de expor suas convicções e seus pensamentos e com isso combater as igrejas que em suas reuniões sempre pregam acerca da necessidade de crer em Deus como fator preponderante para a Salvação e consequentemente para a eternidade ao lado de Deus.
Faço com vocês neste dia uma reflexão sobre a reivindicação desse grupo que tanto respeitamos , amamos e gostariamos muito que mudassem a maneira de pensar acerca de Deus.
Por que criaram esse movimento? Se eles se dizem ateus e como sabemos os ateus não crêem em Deus, no céu, no inferno, na vida eterna e em tudo aquilo que está relacionado a fé que professamos com nossa boca e em nosso coração acreditamos e muito mais ainda, sabemos que isso nos assegura o direito pela eternidade ao lado de Deus.
Uma manifestação como essa só reforça nossas convicções e nos faz lembrar da grande responsabilidade que pesa sobre nossos ombros, a responsabilidade de compartilhar do evangelho com todos que estão perto ou longe, que acreditem ou não naquilo que falamos, sejam eles religiosos ou não, professem alguma fé ou não. Quer eles acreditem ou deixem de acreditar! não podemos deixar de falar daquilo que temos visto e ouvido e vivenciado em nosso dia a dia com Deus. Mas, precisamos tomar cuidado com a maneira com que fazemos isso.

Uma palavra que muito me chama a atenção na bíblia, encontra-se na segunda carta de Paulo a Timóteo capitulo 4 versículo 2 que diz o seguinte:
"Que pregues a Palavra, instes a tempo e fora de tempo, redargua, repreendas, exorte, com toda longanimidade e doutrina".

Essa Palavra bíblica nos faz refletir no compromisso que temos com a pregação do evangelho e na maneira como estamos fazendo isso. É necessário que está pregação seja feita de maneira bem clara, de modo que todos entendam a mensagem que está sendo transmitida.
Pregar o evangelho não é somente ir para tráz de um pulpito com uma bíblia na mão e usar de uma linguagem totalmente desconhecida pelas pessoas que estão ouvindo.
Pregar não é gritar, pular e nem tão pouco espernear em cima do altar e usar daquele momento como um momento de acusação, lembre-se quem acusa é o grande acusador (o diabo). Dizer para todos que está recebendo uma mensagem de Deus é muito fácil o difícil é COMUNICAR ESSA MENSAGEM de maneira que todos entendam aquilo que está sendo dito por Deus.
No entanto, para fazer essa COMUNICAÇÃO de maneira que haja compreensão de todos, é necessário que haja zelo por ela, prudência para estudar, compromisso para preparar aquilo que Deus colocou no coração do PROFETA. Palavras de Amor, Esperança, Edificação de vidas, de Exortação em amor, de ensinos práticos para a vida do indivíduo, que confronte o homem com seu erro e que esse saia convencido do erro cometido.
Amados! Evangelho, são boas novas, boas novas de salvação! Acredito que a salvação de Deus não deve trazer irritação a quem ouve e sim esperança. Vamos fazer de nossa vida um altar da pregação do evangelho, pregação com conteúdo de vida com Deus, com fé, esperança e amor, com um testemunho público saudável, com um bom relacionamento com o próximo. Mas, sobretudo com compromisso com a verdade e com a verácidade do assunto que for tratado.
Pregues o evangelho! se necessário use as palavras.

Desafios para hoje

1º - Não preencher todo o meu tempo simplesmente com aquilo que é terreno;
2º - Avaliar de tempo em tempo o caminho que estou trilhando, e ver se continuo vivendo em santidade;
3º - Escolher sempre viver para o Senhor

Um pouquinho de História

Ninguém precisa ser bom em história para se lembrar dos horrores da segunda guerra mundial.
Percebemos isso em filmes, documentário e em sala de aula. Essa guerra foi marcante não só pelo número de mortos e feridos, mas foi impressionante pelos fatos. Foi, sem dúvida, a guerra mais sangrenta que o homem já produziu em toda a história. Só quem viveu os seus horrores sabe o significado de cada explosão ouvida, cada noite de sono mal dormida, as dificuldades de sair do país e cruzar um oceano para tentar encontrar a paz num outro lugar e as atrocidades vivenciadas em cada gueto. De um modo geral, esse episódio nos mostra um período de intenso sofrimento que causou perplexidade.
Bem você já viu como uma guerra pode representar uma situação difícil na vida. A gente já sabe que o sofrimento não é uma coisa boa. Afinal, quem gosta de sofrer? O importante mesmo é a gente perceber como se deve encarar os atropelos da vida e mesmo assim manter-se fiel a Deus.
Falar na segunda Guerra Mundial e falar das dificuldades causadas por ela seria vago demais se não falássemos de Dietrich Bonhoeffer. Que nome difícil né? Mas esse homem tem muito a nos ensinar a cerca da perseverança em Cristo e da compaixão.
Dietrich Bonhoeffer foi um pastor e teólogo protestante da Alemanha, nascido em 4 de Fevereiro de 1906, filho de um médico psiquiatra e neurologista de classe média alta.
Ainda jovem decidiu seguir a carreira pastoral, Pastor Luterano, aos dezeseis anos de idade.
Sua resistencia sistemática ao nacional socialismo de Hitler fez de Bonhoeffer um líder e um advogado em defesa dos cidadãos judeus. O discurso fez-se ação quando ele ajudou e organizou a fuga de judeus para a Suiça. A partir de 1934, já perseguido, exerce clandestinamente seu ministério na Alemanha, até ser preso em 1943 acusado de envolvimento num plano para assassinar Hitler.
Bonhoeffer foi trancafiado na seção militar da prisão da cidade de Tegel e, durante dezoito meses, viveu naquele cárcere. Mesmo lá dentro, continuou a desenvolver uma atividade muito intensa. Escreveu várias cartas e ocupou a maior parte de seu tempo dando assistencia aos companheiros de prisão, levantando o seu moral, lendo a bíblia para eles e orando. Pouco antes de terminar a guerra, ele foi executado