quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Reflexão para ação

Sinceramente, não há como deixar de agradecer a Deus todos os dias por tudo que Ele fez, faz e continuará a fazer em nosso viver por toda a eternidade, não é verdade?
Vejam bem os privilégios que temos em servir ao Senhor. Antes de qualquer coisa existir e até mesmo de nossos pais pensarem em nos trazer ao mundo, já era plano de Deus nos amar de tal maneira e nos conceder a enorme honra de pertencermos ao seu povo, o seu desejo sempre foi este. Que vivamos de maneira que Ele sinta alegria e prazer em nos olhar. Além disso, Ele nos concedeu a Graça de podermos nos apresentar diante dele sem culpa, por que Ele mesmo por meio de Jesus Cristo levou sobre si nossas culpas e transgressões, isso por que Deus já havia resolvido que nos tornaria seus filhos pois, este era o seu prazer e a sua vontade.
Amados(as) por que perder tanto tempo de sua vida tentando ser feliz, se a felicidade já foi concedida a você por Jesus Cristo.
Deus já fez isso acontecer em sua vida. Veja bem, foi na eternidade que Ele planejou tudo isso para você. Mas, o que acontece é que na maioria das vezes você não consegue enxergar isso pois, seus olhos e seu coração estão condicionados e só conseguem visualizar e sentir aquilo que as pessoas conseguem passar para você, mesmo que seja de maneira tão pequena e simplória.
Deus, que é um Deus infinito em amor, bondade, misericódia e perdão tem coisas maiores e melhores para fazer acontecer na sua vida. Peça a Deus nesse momento para abrir seus olhos e tirar dele toda incredulidade e incerteza e convide-o para fazer parte de sua vida neste dia e experimente o melhor de Deus (Jesus Cristo) em sua vida
Um forte abraço

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Desafios para hoje

1º - Não preencher todo o meu tempo simplesmente com aquilo que é terreno;
2º - Avaliar de tempo em tempo o caminho que estou trilhando, e ver se continuo vivendo em santidade;
3º - Escolher sempre viver para o Senhor

Um pouquinho de História

Ninguém precisa ser bom em história para se lembrar dos horrores da segunda guerra mundial.
Percebemos isso em filmes, documentário e em sala de aula. Essa guerra foi marcante não só pelo número de mortos e feridos, mas foi impressionante pelos fatos. Foi, sem dúvida, a guerra mais sangrenta que o homem já produziu em toda a história. Só quem viveu os seus horrores sabe o significado de cada explosão ouvida, cada noite de sono mal dormida, as dificuldades de sair do país e cruzar um oceano para tentar encontrar a paz num outro lugar e as atrocidades vivenciadas em cada gueto. De um modo geral, esse episódio nos mostra um período de intenso sofrimento que causou perplexidade.
Bem você já viu como uma guerra pode representar uma situação difícil na vida. A gente já sabe que o sofrimento não é uma coisa boa. Afinal, quem gosta de sofrer? O importante mesmo é a gente perceber como se deve encarar os atropelos da vida e mesmo assim manter-se fiel a Deus.
Falar na segunda Guerra Mundial e falar das dificuldades causadas por ela seria vago demais se não falássemos de Dietrich Bonhoeffer. Que nome difícil né? Mas esse homem tem muito a nos ensinar a cerca da perseverança em Cristo e da compaixão.
Dietrich Bonhoeffer foi um pastor e teólogo protestante da Alemanha, nascido em 4 de Fevereiro de 1906, filho de um médico psiquiatra e neurologista de classe média alta.
Ainda jovem decidiu seguir a carreira pastoral, Pastor Luterano, aos dezeseis anos de idade.
Sua resistencia sistemática ao nacional socialismo de Hitler fez de Bonhoeffer um líder e um advogado em defesa dos cidadãos judeus. O discurso fez-se ação quando ele ajudou e organizou a fuga de judeus para a Suiça. A partir de 1934, já perseguido, exerce clandestinamente seu ministério na Alemanha, até ser preso em 1943 acusado de envolvimento num plano para assassinar Hitler.
Bonhoeffer foi trancafiado na seção militar da prisão da cidade de Tegel e, durante dezoito meses, viveu naquele cárcere. Mesmo lá dentro, continuou a desenvolver uma atividade muito intensa. Escreveu várias cartas e ocupou a maior parte de seu tempo dando assistencia aos companheiros de prisão, levantando o seu moral, lendo a bíblia para eles e orando. Pouco antes de terminar a guerra, ele foi executado